Atraindo um dia perfeito

 
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Namastê- Uma saudação tão especial 

Namastê ou Namaskar (नमस्ते [nʌmʌsˈteː] em Hindi, do Sânscrito (sandhi interno de namaḥ te)) é uma saudação usado no sul asiático, da mesma forma como "olá" ou "adeus" seriam usados em português. O significado, porém, é diferente.

Em sânscrito, na reflete uma simples negação. Maḥ refere-se ao ego. Portanto, namaḥ significa "obediência, saudação reverencial, adoração ao seu eu interior", mas não ao seu ego. Te é o dativo do pronome pessoal tvam, "tu". Uma tradução poderia ser: "uma saudação reverencial ao seu eu interior", ou "o deus que há em mim saúda o deus que há em ti".

A saudação é normalmente acompanhada por um gesto de reverência, com as palmas das mãos se tocando, na frente do peito.

 

2 thoughts on “Atraindo um dia perfeito

  1.         ((`\’-"`""-\’\’\’))   -)      (   / -\'(o _ o) \\   \\  -( 0 )  /   __\’-….._\’=\’_…-\’__  -/`;♥\’♥\’♥ ♥\’♥\’♥;`\\ -\\_))  \’\’♥\’\’  ((_/  ♥.       -.♥ OBRIGADA! PELA SUA AMIZADE!!!  -\’♥.   ♥  -.♥\’   -/-\’♥.    .♥\’-\\  _\\__\\\’♥. .♥\’/_/_
    -(((___)_\’♥\’_(___)))

  2. Minha homenagem ao Dia do Geográfo
    O Pequeno Príncipe 
    Antoine de Saint-Exúpery
    O sexto planeta era dez vezes maior.  Era habitado por um velho que escrevia livros enormes. 

    – Bravo! Eis um explorador! Exclamou ele, logo que viu o principezinho.
    O principezinho assentou-se na mesa, ofegante.  Já viajara tanto!
    – De onde vens?  Perguntou-lhe o velho.
    – Que livro é esse?  Perguntou-lhe o principezinho.
    O que faz o senhor aqui?
    – Sou geógrafo, respondeu o velho.
    – O que é um geógrafo?  Perguntou o príncipezinho.
    – É um sábio que sabe onde se encontram os mares, os rios, as cidades, as montanhas, os desertos. 

    É bem interessante, disse o príncipezinho.  Eis, afinal, uma verdadeira profissão!  E lançou um olhar, em torno de si, no planeta do geógrafo.  Nunca havia visto planeta tão majestoso.
    – O seu planeta é muito bonito.  Haverá oceanos nele?
    – Como hei de saber? Disse o geógrafo.
    – Ah! (O príncipezinho estava decepcionado) E montanhas?
    – Como hei de saber?  Disse o geógrafo.
    – E cidades, e rios, e desertos?
    – Como hei de saber?  Disse o geógrafo pela terceira vez.
    – Mas o senhor é geógrafo! 

    – É claro, disse o geógrafo; mas não sou explorador.  Há uma falta absoluta de exploradores.  Não é o geógrafo que vai contar as cidades, os rios, as montanhas, os mares, os oceanos, os desertos. 
    – O geógrafo é muito importante para estar passeando.  Não deixa um instante a escrivaninha.  Mas recebe os exploradores, interroga-os, anota as suas lembranças…
    – Mas tu vens de longe.  Tu és explorador!  Tu me vais descrever o teu planeta!
    E o geógrafo, tendo aberto o seu caderno, apontou o seu lápis.  Anotam-se primeiro à lápis as narrações dos exploradores.  Espera-se, para cobrir à tinta, que o explorador tenha fornecido provas. 

    – Então?  Interrogou o geógrafo.
    – Oh!  Onde eu moro, disse o príncipezinho, não é interessante: é muito pequeno.  Eu tenho três vulcões.  Dois vulcões em atividade e um vulcão extinto.  A gente nunca sabe…
    – A gente nunca sabe, repetiu o geógrafo.
    – Tenho também uma flor.
    – Mas nós não anotamos as flores, disse o geógrafo.
    – Por que não?  É o mais bonito!
    – Porque as flores são efêmeras.
    – Que quer dizer  \’efêmera\’? 

    – As geografias, disse o geógrafo, são os livros de mais valor.  Nunca ficam fora de moda.  É muito raro que um monte troque de lugar.  É muito raro um oceano esvaziar-se.  Nós escrevemos coisas eternas.
    – Mas os vulcões extintos podem se reanimar, interrompeu o príncipezinho.  Que quer dizer \’efêmera\’?
    – Que os vulcões estejam extintos ou não, isso dá no mesmo para nós, disse o geógrafo.  O que nos interessa é a montanha.  Ela não muda.
    – Mas que quer dizer \’efêmera\’?  Repetiu o príncipezinho, que nunca na sua vida, renunciara a uma pergunta que tivesse feito. 

    – Quer dizer \’ameaçada de próxima desaparição\’.
    – Minha flor estará ameaçada de próxima desaparição?
    – Sem dúvida.
    Texto extraído do livro "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry.

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